Eu já escrevi sobre este assunto, há muito tempo, todavia acho interessante voltar a falar sobre ele, por algumas razões que acho relevantes: A primeira delas é o surgimento de um número considerável de novos leitores, no decorrer destes anos, desde quando escrevi da outra vez, a outra é porque acho que há necessidade de repensarmos alguns modelos de comportamentos que a sociedade adota, pautados na evolução de fachada, na humildade teatralizada, no sofisma e, para ser bem mais claro, na frescura mesmo. E haja hipocrisia.
Vivemos uma época de modismos descartáveis, aliás, as modas sempre são descartáveis, porque as utilizamos hoje e, de repente, deixa de ser moda e nos vemos obrigados a adotar as novas que surgem.
Eu não consigo ser eu mesmo, porque me vejo na necessidade de ser fantoche da sociedade, obrigando-me a vestir-me conforme todo mundo veste, a comportar-me conforme todo mundo quer que eu comporte e a também falar da forma como todo mundo está falando.
Vivemos uma época de modismos descartáveis, aliás, as modas sempre são descartáveis, porque as utilizamos hoje e, de repente, deixa de ser moda e nos vemos obrigados a adotar as novas que surgem.
Eu não consigo ser eu mesmo, porque me vejo na necessidade de ser fantoche da sociedade, obrigando-me a vestir-me conforme todo mundo veste, a comportar-me conforme todo mundo quer que eu comporte e a também falar da forma como todo mundo está falando.